ItsNotLikeItSeems

If it's not like the movies, that's how we wish to be.

Um sonho de Liberdade

Com 142 minutos de esperança midiatíca, baseado na obra do aclamado escritor estadunidense, Stephen King, dirigido por Frank Darabont e protagonizado por dois premiados atores e veteranos em ótimas atuações, Morgan Freeman e Tim Robbins, o cinema americano ganha, em 1994, mais um nome entre suas centenas de sucessos por críticos e público: Um Sonho de Liberdade.

Recebeu sete indicações ao Oscar, entre outros prêmios, mesmo não tendo sido um sucesso de bilheteria no início.

O filme começa em um carro. Uma garrafa de whiskey quebrada e um revólver de 6 balas descalibrado, descalibrado na mulher de Andy (Tim Robbins) e seu amante, pelo menos como tudo indica.

Mesmo negando o ato, ele é condenado e preso no presídio de Shawshank, lugar severo e vigiado, nunca tendo em sua base uma única fuga, com a sentença de duas prisões perpétuas.

Logo após o fato a vida de Andy vira um inferno, ele é brutalmente assediado e atacado por outro internos, pois ele havia recusado participar de um grupo de homossexuais. Aos poucos, a amizade entre ele e um outro prisioneiro chamado Ellis “Red” Redding (Morgan Freeman), se constrói e cresce.

Tempos depois, sendo ele uma banqueiro e conhecendo profundamente sobre dinheiro e finanças, se apresenta para trabalhar para o diretor geral do presídio, mas acaba sendo chamado para gerenciar a biblioteca interna da instituição e aos poucos ele seria manipulado para participar da corrupção que havia dentro do local.

Red, que participava do mercado negro do presídio, arrumava drogas, alcool e ferramentas que os detentos precisavam, também ajudava Andy, seu parceiro ímpar.

Ao longo de 20 anos, a amizade apenas crescia e os planos de ambos, também. Lá dentro, Andy planejou uma fuga ao longo do tempo, e com isso combinam um local para encontro de ambos após o seu incidente de escape da prisão.

Ele não escapa sem deixar nada para trás. Ele deixa, mas deixa marcas e pistas que afirmam que o diretor e seus comparsas devam ser presos. Este, quando descobre que Andy foge da prisão, comete suícidio, deixando o caminho livre para Red finalmente se libertar.

Fugitivos e com o dinheiro que haviam roubado, Andy e seu amigo, Red, se encontram em uma praia deserta no ponto de êxtase do filme.

Passando uma mensagem de esperança e amizade, o filme conta com uma incrível edição de imagens, roteirização e atuação, tendo merecido todas as suas indicações à Globos de Ouro e Oscars.

É um filme verdadeiro, pois retrata a violência e o que realmente acontece em um presídio suburbano e a tragetória dos que nela se instalam por um tempo indeterminado, ou não tão indetermiado assim.

Beautiful.

Love Is Louder Than The Pressure To Be Perfect

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Já que tocamos no assunto sobre a pressão que todos fazem com os padroes de beleza,podemos dizer bullying,nada mais justo que falar sobre a campanha de Demi Lovato.

“Love Is Louder Than The Pressure To Be Perfect” (O amor é mais alto que a pressão de ser perfeito) é a campanha que Demi Lovato e a revista Seventeen Magazine estão criando para falar sobre o bullying em escolas, com a experiência de Demi L.

a atriz e cantora norte-americana, ídolo teen nos Estados Unidos e dezenas de outros países por onde circulam seus discos e “filmes sessão da tarde”, vem à público usar sua imagem e as recentes cenas e relatos de colapsos nervosos para falar ao público jovem sobre distúrbios alimentares.Demi não foge à regra: estrela do showbiz e figura marcada nos holefotes de Hollywood = magreza esquálida, looks impecáveis, drogas e depressão. Poucas celebridades se salvam dos riscos oferecidos pela bajulação excessiva, pressão e sensacionalismo da mídia, pelo apelo do dinheiro e pelo modo fácil como a valorização do trabalho, fama e oportunidades passam a serem presentes após um sucesso emplacado. Às vezes, com boa administração do dinheiro, visibilidade e oportunidades as estrelas fazem opções excelentes em prol da carreira e conseguem manter sua vida privada – razoavelmente – num segundo plano, noutras pecam pela exposição e exibicionismo e caem do pedestal direto para tablóides sensacionalistas, frustração de fãs e línguas afiadas dos críticos de plantão.

A confiança natural de Demi Lovato na frente das câmeras não pôde protegê-la do que tinha por trás delas, os efeitos prolongados do bullying que sofreu na infância.“Eu tenho falado abertamente sobre ser intimidada há alguns anos atrás, mas uma coisa que eu nunca fui capaz de se sentir confortável é falar sobre os efeitos que isso teve na minha vida  mais tarde”, disse ela em entrevista para ABCNews.Aos 11 anos, Lovato começou a se cortar – intencionalmente auto-mutilar seus pulsos como uma maneira de lidar com as emoções.Isso era um forma perigosa de enfrentar seus problemas que prevaleceu durante toda a sua adolescência.Demi, que recentemente assumiu sofrer com transtornos alimentares,disse que chegou a fazer shows de estomago vazio,se auto medicar e que estava emocionalmente decontrolada.Enquanto estava em tratamento, Lovato aprendeu a lidar com seus problemas e encontrou maneiras melhores de lidar com suas emoções.

“Pela primeira vez na minha vida, comecei a me sentir bem”, disse ela.

Para as pessoas que hoje enfrentam o problema, saber que celebridades reconhecidas, ricas e famosas podem ter as mesmas inseguranças, dificuldades e vícios que elas, meras mortais, pode servir como estímulo. O importante, assim como tem dito Demi Lovato em suas entrevistas, é a pessoa “doente” querer se ajudar, ter a coragem de enfrentar o problema e claro, saber que não está sozinha.

Seria tão importante se as mocinhas por aí compreendessem que a genética aliada ao comportamento social saudável e uma boa educação alimentar podem conviver de modo harmônico fazendo-as felizes ainda que elas não sejam iguais a Barbie.

Importante dizer também que muitos meninos sofrem de disturbios alimentares e bullying que isso não é só coisa de menininha! 


Katy Perry-Firework